Perambulando em Barcelona

Barcelona é uma cidade vibrante e agitada, com uma arquitetura que impressiona, belas praias, baladas, gastronomia interessante e vinho com preço amigável, mas a minha maior curiosidade com a cidade era o idioma catalão.

Hablas catalan?

O catalão me deu um nó na cabeça quando tive o primeiro contato, o idioma tem várias palavras muito semelhantes ao francês, então fica parecendo um francenhol estranho, mas não diga isso à um espanhol ou um francês!

Alguns exemplos, “por favor”, em espanhol é “por favor”, com o V com som de B, em francês é “s’il vous plaît” e em catalão é “si us plau”, obrigado em espanhol é “gracias” em francês é “merci” e em catalão às vezes eles usam “merci” e outras vezes eles usam “gràcies”. Imagina como minha cabeça ficou doida lá, mas não se preocupe eles usam espanhol pra falar com a turistada.

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Sagrada familia

A primeira coisa que vi em Barcelona, depois do aeroporto, foi a Basílica de la Sagrada Família, que apesar de estar inacabada, impressiona pelo tamanho e todos os detalhes esculpidos.

Logo que você sai do metrô na estação da Sagrada Família você dá de cara com ela.

O lugar é abarrotado de turistas, chega a ser um pouco dificil andar em volta da catedral durante o dia no meio dos vários grupos de turistas do mundo inteiro. Como me hospedei em um hostel perto da catedral tive a oportunidade de vê-la em horários diferentes e gostei mais de vê-la no final da tarde e a noite. As sombras dos detalhes esculpidos ficam mais destacados pela iluminação noturna.

Há muitos mercadinhos em volta onde vc encontra sucos, vinhos, cervejas por um preço tentador, pacotes de croissants e madeleines, salames e queijos, vale a pena a visita na hora da fome ou sede.

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Transporte

O transporte público funciona lindamente, o metrô tem várias linhas e vários pontos de conexão, é bem sinalizado, nem todas as escadas são rolantes, mas há elevadores. Dá pra comprar um bilhete que funciona durante 2 ou 3 dias, fica mais em conta pra quem gosta de perambular pela cidade e se perder sem ter que se preocupar com quanto vai gastar de transporte pra voltar pro hostel e sem ter que ficar contando moedinhas pra pegar o bus.

Aqui os cachorros podem andar de metrô com seus donos.

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Paella

Quem não come camarão e quer experimentar uma paella espanhola pode procurar as versões com frango ou vegetariana.

Troque camarões por alcachofras e seja feliz com sua paella.

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Vamos a la playa

As praias são pequenas, a areia é um pouco mais grossa do que a areia das praias brasileiras, o mar é mais gelado do que o mar em Florianópolis, em volta das praias há sempre um monte de bares e restaurantes caros pra turistada se esbaldar olhando para o mar.

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Hospedagem e alimentação

O hostel que fiquei tinha seus prós e contras.

Prós: excelente localização com metrô perto, o chuveiro era quentinho e a gás, consegui quarto individual por um preço de quarto compartilhado em outros hostels.

Contras: a cozinha era minúscula, não tinha um sofazinho da socialização (pra quem viaja sozinho isso é um ponto importante) meu quarto ficava no segundo andar e tinha muuuuuuuita escada pra subir, só tinha um banheiro por andar e como meu quarto ficava perto eu escutava todo mundo cantando no chuveiro.

Vale muito a pena se hospedar em um hostel, mesmo que você pague um pouco mais para ficar em um quarto individual ou duplo (caso você tenha um parceiro de viagens) para poder usar a cozinha para preparar algumas refeições.

Perto de todo hostel sempre tem um mercado que você encontra alimentos interessantes com um preço camarada e na hora de preparar a sua refeição e comer no hostel você ainda aproveita pra socializar com outros mochileiros e ouvir suas histórias.

Nas espanha, as coisas mais gulosas que encontrei foram queijos, salames, presuntos, pacotes de croissant, pão de leite e madeleines, e um risoto que parece um desses pacotes de miojo que você joga numa panela com água cozinha um pouco e está pronto. Para beber encontrei os chás da Arizona, refrigerante de menta (parece estranho, mas é bom) e vinho barato.

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Museu do presuntinho

Espanhóis são grandes apreciadores de presunto, a devoção é tão grande que existe até um museu dedicado a iguaria.

No museu você pode fazer um tour que explica como os porcos predestinados a virar presunto são criados e como é o processo completo até ele ir parar no prato de alguém. Como fiz o tour sozinha achei meio macabro, você entra em uma sala com espelhos que acendem e apagam conforme uma gravação fala e portas que se abrem sozinhas pra você passar para a próxima sala.

Tinha uma sala que parecia um açougue e confesso que deu agonia de entrar e escutar a gravação dizer que eu seria o próximo presunto ibérico.

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No final do tour você pode fazer uma degustação para entender a diferença entre os tipos de presunto existentes no país. Nessa hora tente não lembrar dos porquinhos felizes nas montanhas, pois todos eles já nasceram jámon.

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Te quiero Barcelona

Barcelona is a vibrant and busy city, with an impressive architecture, beautiful beaches, night clubs, interesting food and nice cheap wines, but my greatest curiosity with the city was the Catalan language.

Hablas catalan?

My first contact with Catalan left my head totally confused, the language has several words very similar to French, so it’s like a weird frenchnish, but don’t tell that to a Spanish or French!

Some examples, “please” in spanish is “por favor”, in french is “s’il vous plaît” and in catalan is “si us plau”, thanks in spanish is “gracias” in french is “merci” and in catalan sometimes is “merci” and other times is “gràcies”.

Imagine how my head was crazy there, but don’t worry they speak spanish with tourists.

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Sagrada familia

The first thing I saw in Barcelona, after the airport, was the Basílica de la Sagrada Família, which despite being unfinished, impressed by the size and all the carved details.

As soon as you leave the underground at Sagrada Familia station you bump with her.

The place is crowded with tourists, it can be a bit hard to walk around the cathedral during the day among the various groups of tourists from all the world. As I stayed in a hostel near the cathedral I had the opportunity to see the place at different times and I enjoyed it more in the late afternoon and at night. The sculptures’ shadows are more visible at night lighting.

You can easily find juices, wines, beers, croissants and madeleines, salamis and cheeses, with a good price at the markets near the cathedral.

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Transport

Public transport in Barcelona is beautifull, the underground has multiple rows and multiple connection points, it has a lot of signs, not all stairs are rolling, but there are lifts. You can buy a ticket for 2 or 3 days, it is perfect for those who like to get lost in the city without having to worry about how much spent for transport to go back to the hostel and without having to count pennies to catch the bus.

In Barcelona the dogs can ride the underground with their owners.

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Paella

Who does not eat prawns and want to experience a spanish paella can find versions with chicken or vegetarian.

Replace prawns for artichokes and be happy with your paella.

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Vamos a la playa

The beaches are small, the sand is a little thicker than the sand in Brazilian beaches, the sea is colder than the sea in Florianópolis, around the beaches there are always a lot of bars and expensive restaurants to tourists enjoy looking to the sea.

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Accommodation and food

The hostel where I stayed had good and bad thing.

Goods: Great location near the underground, the shower was warm and with gas, I got a single room with the same price that a shared room in other hostels.

Bads: The kitchen was tiny, they hadn’t a little couch for socialization (this is an important point for those who travel alone) my room was on the second floor and the hostel had a loooooooot of stairs to climb, had only one bathroom per floor and as my room was near I heard everyone singing in the shower.

The best thing staying in a hostel, even if you pay a little extra to stay in a single or double room (if you have a travel partner) is that you can use the kitchen to prepare some meals.

Near all hostel always has a market where you can find interesting food with a friendly price and while you prepare your meal at the hostel’s kitchen you can socialize with others backpackers and hear their stories.

In Spain, the most greedy things I found were cheeses, salamis, hams, croissant packages, milk and madeleines bread, and a risotto which seems one of those noodles packages you prepare with hot water. To drink I found Arizona teas, mint soda (sounds weird, but it’s good) and cheap wine.

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Jamon Experience

Spanish people loves ham, their devotion is so big that they have a museum all dedicated ham.

In the museum you can take a tour to know how predestined pigs are raised to be ham and how is the entire process to the pig end up on someone’s plate. How I did the tour alone I found the whole thing very macabre.
You enter a room with mirrors that turn on and off with a recording speech and doors that open themselves to you move to the next room.

They had a room looked like a butcher shop and I confess that it gave me agony to come and listen to the recording saying that I would be the next Iberian ham.

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At the end of the tour you can do a tasting to understand the difference between the sort of hams in the country. This time try not to remember the happy pigs in the mountains, because all of them were born be Jamon.

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BlogZinho also in english

After a period travelling, far from my family and beloved friends, full of histories to tell and some people asking me why I don’t have a blog, I decided to create a blog for Zinho, my little sidekick (I can see one schizophrenia and multiple personalities disorderdeveloping) and auto-invite me to be a columnist.

My first idea was the oposite,  Zinho would be one columnist at my blog, but after a chat with one blogger friend, we agreed that the oposite would make more sense, as I lost my instagram for Zinho last year and I had to create a new one for me.

What language I speak?
As you can see, english is not my first language, so my choice wasn’t so simple, my doubt was: to write in portuguese, my first language, or to write in english and have more readers?

At the moment I’m doing an exchange to improve my english and this blog would be a good way to improve my english writing. But…. once UX, always UX, so how I’m not writing for myself (I have a notebook with this purpose) I’m writing for someone else to read.

I believe that I have one principal target in Brazil, my familie, friends and Zinho ‘ s followers, and of course my Mom.

Yes, I write to show to my mom and won a chocolate cake, she doesn’t speak english but she makes an awesome chocolate cake and I’m dreaming about this cake! BUT, ok, I have to be realistic and accept that my Mom problably won’t read all my post and she’s not here to give me chocolate cakes, SO I will write in broken english with all my grammar mistakes.

Be nice with me! I have more than one language at my brain and sometimes this is very confuse for me, so I allow myself to use poetic license to write using words in other languages or using the Minion’s language sometimes.

What is this blog about?

The principal subject here is travel, this is Zinho’s blog, but how life is a big illusion and I actually don’t travel so much, others subjects will appear according to my mood and desire.

This is Zinho’s blog, but Zinho is mine.

BlogZinho

Depois de um tempo viajando, longe da família e amigos queridos, cheia de histórias pra contar e com algumas pessoas perguntando por que não faço um blog, resolvi criar um blog pro Zinho, meu fiel companheiro de aventuras (prevejo uma esquizofrenia se desenvolvendo) e me auto-convidar pra ser colunista.

A ideia inicial era o contrário, Zinho seria o colunista no meu blog, mas depois de uma conversa com uma amiga blogueira concordamos que faria mais sentido fazer o contrário, já que ano passado eu perdi meu instagram pro Zinho e tive que criar outro.

Que língua eu falo?

A escolha do idioma para o blog não foi tão simples assim, a dúvida foi: escrever em português, meu idioma nativo, ou escrever em inglês e alcançar um número maior de leitores?

No momento estou em um intercâmbio para melhorar meu inglês e o blog seria uma boa oportunidade para aperfeiçoar a escrita em inglês. Mas…. uma vez UX, sempre UX, então como não estou escrevendo apenas para mim (tenho um caderno pra isso) estou escrevendo para alguém ler e acredito que meu público alvo principal está no Brasil, família, amigos e seguidores do Zinho, e claro, minha mãe.

Sim escrevo pra mostrar o blog pra mãe e ganhar bolo de chocolate, como ela não fala inglês (mas faz um bolo prestígio incrível) o idioma escolhido é o bom e velho português-br com as novas regras gramaticais.

Alguém me ajude! Parei de estudar português quando saí da escola e estou tentando aprender outros idiomas, portanto me permito a licença poética de escrever usando palavras em outros idiomas ou usando a língua dos Minions de vez em quando.

Mas o blog é sobre o quê?

O principal tema abordado neste blog é viagem, afinal, é o blog do MochileiroZinho, MAS como a vida é uma grande ilusão e eu não viajo tanto assim, outros temas aparecerão de acordo com meu humor e a minha vontade.

O blog é do Zinho, mas o Zinho é meu.

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